quinta-feira, 26 de março de 2026

Vereadores de São Paulo aprovam criação de Frente Parlamentar contra pautas progressistas e de diversidade

O projeto que cria a Frente Parlamentar Antiwoke, é de autoria dos vereadores Lucas Pavanato (PL), Rubinho Nunes (União Brasil), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União)



A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (25) um projeto de resolução que cria a Frente Parlamentar Antiwoke. Que na verdade é uma agrupamento de vereadores voltado contra pautas progressistas, identitárias e sociais, comumente chamadas de "woke" (despertos), que abordam questões como raça, gênero e diversidade. Agora, o texto deve passar por mais duas comissões antes de ser votado.

 A proposta é de autoria dos vereadores Lucas Pavanato (PL), Rubinho Nunes (União Brasil), Sonaira Fernandes (PL) e Adrilles Jorge (União). O texto define que o grupo deve “monitorar propostas legislativas e políticas públicas consideradas alinhadas com o movimento woke e propor iniciativas que visem proteger a sociedade paulistana de excessos ou imposições ideológicas derivadas do movimento”.

 

Segundo os autores, a palavra “está relacionada a narrativas e linhas de pensamento como a militância LGBTQIA+, ideologia de gênero, feminismo, aborto e demais pautas progressistas”.


No campo progressista, o termo é usado para definir alguém “consciente, especialmente de problemas sociais como o racismo e a desigualdade”, segundo definição do dicionário Cambridge.

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