Em um movimento que consolida ainda mais a sua posição como a maior força política do estado, o PSD da Bahia oficializou, nesta semana, a filiação de um trio de peso do cenário político regional. O deputado federal Raimundo Costa, o ex-prefeito de Serrinha, Adriano Lima, e o ex-deputado federal Bebeto Galvão são os mais novos integrantes da legenda.
O ato de filiação contou com a presença do presidente do PSD Bahia, senador Otto Alencar, e reforça a estratégia do partido de ampliar o diálogo e a representatividade nos 417 municípios baianos.
“Palavra dada é palavra cumprida”, diz Otto Alencar
Reconhecido pelo estilo direto, o senador Otto Alencar deu as boas-vindas aos novos filiados e destacou a importância da união para os desafios futuros, projetando já um olho no cenário eleitoral de 2026.
“Quem me conhece sabe da minha palavra: aquilo que eu falo, eu cumpro. E me esforço tanto por uma campanha minha quanto pelas campanhas de todos que agora estão do nosso lado”, afirmou o líder do PSD baiano, sinalizando parceria e apoio mútuo dentro da legenda.
A chegada das novas lideranças é vista pelo partido como um passo fundamental para fortalecer a capilaridade da sigla, que já é a única com presença em todas as prefeituras do estado.
Decisão estratégica: Bebeto Galvão justifica mudança
Um dos principais nomes do grupo que migra para o PSD, o ex-deputado federal Bebeto Galvão utilizou as redes sociais para explicar os motivos da mudança. Segundo ele, a decisão foi tomada após diálogos que apontaram “convergências políticas reais” e o compromisso de seguir trabalhando pela Bahia.
“Minha filiação ao PSD é uma decisão estratégica, construída a partir de convergências políticas reais e do compromisso de seguir servindo à Bahia com efetividade”, declarou Galvão.
O ex-deputado também justificou a escolha pela legenda destacando a estrutura e a presença territorial da sigla, algo que sempre norteou seu mandato. “O PSD é hoje a maior força partidária do estado, presente nos 417 municípios, com forte capilaridade e presença nos territórios — exatamente a política que sempre defendi: perto das pessoas, das comunidades e das bases”, completou.

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