quinta-feira, 14 de maio de 2026

Deputado Federal João Leão destina R$ 4,5 milhões para investimentos estratégicos em Ilhéus


O município de Ilhéus foi beneficiado com a destinação de R$ 4,5 milhões em emendas orçamentárias encaminhadas pelo deputado federal João Leão (Progressistas). Os recursos serão aplicados em áreas estratégicas, como saúde, urbanização e infraestrutura turística.

​A chegada dos investimentos foi comemorada por lideranças políticas, incluindo Cacá Leão, pré-candidato a deputado federal, e o ex-prefeito Jabes Ribeiro. Segundo os aliados, os valores permitirão que a gestão do prefeito Valderico Júnior amplie ações essenciais, atendendo a demandas prioritárias da população e fortalecendo a economia local, especialmente o turismo

As emendas já foram efetivamente encaminhadas e ja estão publicadas no sistema oficial do Governo Federal o TransfereGov.br, como segue,

1- Emenda 202632390006-João Leão - Construaçao de Equipamento esportivo - valor R$ 995.000,00

2-Emenda 202632390006-João Leão - Costrução/Reforma de Praças e Jardins - valor R$ 995.000,00

2- Emenda 202532390001-João Leão - Fundo Municipal de Saúde - Valor R$ 1.000.000,00

3- Emanda 202632390001-João Leão - Fundo Municpal de Saúde - Valor R$ 1.500.000,00




 

Tribunal de Contas dos Municípios proíbe a Prefeitura de Ilhéus de pintar prédios públicos de azul

A decisão é ainda liminar e  foi tomada após análise de denúncia apresentada pelo vereador Vinícius  Alcântara, que apontou irregularidades na utilização predominante da cor azul nos prédios públicos municipais


Os conselheiros que compõem a 2ª Câmara do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, na sessão desta quarta-feira (13/05), ratificaram a medida cautelar deferida – de forma monocrática – pelo conselheiro Plínio Carneiro Filho e determinaram que o prefeito de Ilhéus, Valderico Luiz dos Reis Júnior, se abstenha de realizar pinturas e requalificações de bens públicos com a cor azul, em desacordo com as cores oficiais previstas na Lei Orgânica do município.

A decisão foi tomada após análise de denúncia apresentada pelo vereador Vinícius Rodrigues de Alcântara Silva, que apontou supostas irregularidades na utilização predominante da cor azul em praças, muros, fachadas de prédios públicos e materiais institucionais da prefeitura, em substituição às cores oficiais, predominantes na bandeira do município – vermelho, amarelo e verde – estabelecidas no artigo 9º da Lei Orgânica Municipal.

Segundo a denúncia, a adoção da cor azul estaria associada à identidade visual utilizada durante a campanha eleitoral do atual gestor e ao partido político ao qual ele é vinculado, configurando possível prática de autopromoção com uso de recursos públicos, em afronta ao princípio da impessoalidade. Apontou também possíveis danos ao erário com a abertura de Pregão Eletrônico nº 25/2025, no montante estimado em R$14 milhões, voltado à confecção de materiais gráficos para a gestão municipal como chaveiros, canetas e bonés personalizados com uso da nova cor.

Ao fundamentar a sua decisão, o conselheiro Plínio Carneiro Filho, afirmou que, em uma análise preliminar da matéria, há a probabilidade do direito invocado em face dos vícios apontados na utilização de cor não oficial associada ao partido político do prefeito; e perigo de dano no prosseguimento da prática, que, a priori, encontra-se em desacordo com a legislação vigente. Foi determinado à Administração que – no prazo máximo de 60 dias – regularize a situação das pinturas externas dos imóveis públicos em cor não of

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Audiência pública na Câmara debate proposta de tarifa zero no transporte público de Ilhéus


A Câmara Municipal de Ilhéus (CMI) realiza, nesta sexta-feira (15/05), às 9h, uma audiência pública para debater a proposta de implantação da tarifa zero no transporte público municipal. O evento vai contar com a participação de especialistas no tema, inclusive com experiência em elaboração de políticas de gratuidade em outras localidades. 

A audiência pública é fruto do Requerimento 207/2026, aprovado pelo Plenário e de autoria do vereador Adilson José (PT). Segundo o edil, o objetivo da atividade é analisar se é viável o projeto que, segundo ele, democratizaria o acesso à cidade para a população ilheense. 

“A medida visa ampliar o acesso ao transporte público, promovendo inclusão social e mobilidade urbana, sendo necessária a realização de debate público para avaliação de sua viabilidade”, justificou o vereador. 

O debate acontece no Plenário da Câmara, na Rua Araújo Pinho, nº 19, Centro, com transmissão ao vivo pelo canal da TV Câmara de Ilhéus no YouTube (https://www.youtube.com/@camarailheus4494). 


Prefeitura de Ilhéus fecha contrato milionário com empresa de Goiás para merenda escolar sem licitação

Gestão Valderico Júnior fecha novo contrato de mais de 11 milhões para merenda escolar sem licitação própria e revolta cresce em Ilhéus



A gestão do prefeito Valderico Júnior voltou ao centro das críticas após a publicação de um novo contrato milionário para alimentação escolar no Diário Oficial do Município. O valor chama atenção: R$ 11.258.113,33 para apenas cinco meses de serviço, o que representa um gasto médio superior a R$ 2,2 milhões por mês com a merenda da rede municipal.

O contrato foi firmado pela Secretaria Municipal de Educação de Ilhéus com uma empresa do estado de Goiás, através de adesão a uma ata de registro de preços do município de Senador Canedo-GO. Na prática, a prefeitura mais uma vez opta por “pegar carona” em contrato de outra cidade ao invés de apresentar uma licitação própria e definitiva para atender os estudantes ilheenses.

O problema é que a gestão já caminha para quase um ano e meio de governo e, até agora, não conseguiu concluir um processo licitatório regular para a merenda escolar. Enquanto isso, contratos emergenciais e adesões milionárias seguem sendo publicados em sequência, levantando questionamentos sobre planejamento, transparência e eficiência administrativa.

A situação causa indignação porque quem acaba pagando a conta da desorganização é justamente o aluno da rede pública. Em muitas escolas, pais e estudantes seguem reclamando da qualidade da alimentação e da instabilidade no fornecimento da merenda, enquanto os números publicados no Diário Oficial impressionam cada vez mais.

Nos bastidores políticos, cresce a pressão sobre a gestão Valderico Júnior para explicar por que, após tantos meses de administração, a prefeitura ainda não conseguiu estruturar uma contratação definitiva para um serviço considerado básico e essencial dentro da educação pública.

Para críticos da administração municipal, o cenário escancara uma gestão que continua funcionando na base do improviso, mesmo diante de contratos milionários bancados com dinheiro público.

terça-feira, 12 de maio de 2026

União Europeia veta compra de carne brasileira a partir de setembro

Bloco Europeu acusa Brasil de falhas sobre uso de substâncias que servem tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade


da Agência Brasil.

A União Europeia anunciou nesta terça-feira (12) a exclusão do Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes e produtos de origem animal para o bloco europeu.

A medida passa a valer em 3 de setembro e foi tomada porque, segundo as autoridades europeias, o Brasil não apresentou garantias suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na pecuária.

Na prática, isso significa que produtos brasileiros como carne bovina, carne de frango, ovos, mel, peixes e animais vivos destinados à alimentação poderão deixar de entrar no mercado europeu caso o governo brasileiro não consiga atender às exigências sanitárias até a data-limite.

A decisão foi confirmada pela Comissão Europeia e ainda precisa ser formalizada no diário oficial da União Europeia para produzir efeitos legais definitivos

A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias.

A União Europeia mantém uma lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal ao bloco. Para integrar essa relação, cada país precisa comprovar que segue as normas sanitárias europeias.

O Brasil estava autorizado até agora, mas acabou retirado da lista após a revisão das regras ligadas ao uso de antimicrobianos na criação animal.

Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, permaneceram autorizados a exportar normalmente para o bloco europeu.

Entenda as substâncias:

Antimicrobianos são medicamentos usados para combater microrganismos como bactérias, vírus, fungos e parasitas. Na pecuária, essas substâncias podem servir tanto para tratar doenças quanto para estimular o crescimento dos animais e aumentar a produtividade.

A União Europeia proíbe especialmente o uso de antimicrobianos que também são importantes para tratamentos médicos em humanos. O objetivo é evitar a chamada resistência antimicrobiana, situação em que bactérias passam a resistir aos medicamentos.

Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.