Segundo o relato, anteriormente a Secretaria distribuía a insulina em canetas com cores distintas, facilitando a identificação entre os tipos Regular e NPH. Com a nova medida adotada pela prefeitura, os pacientes passaram a receber ampolas que devem ser acopladas a canetas reutilizáveis, todas na cor preta, sem diferenciação visual clara entre os tipos de insulina.
A principal preocupação apontada é o risco de erro na aplicação, já que a única distinção entre as insulinas está em pequenos adesivos, pouco visíveis para muitos usuários. A insulina Regular, considerada mais sensível e com maior potencial de causar reações adversas graves quando utilizada de forma incorreta, possui apenas um selo amarelo para identificação. Segundo o denunciante, já houve casos de idosos que aplicaram o medicamento errado devido à semelhança entre as canetas.
Diante da situação, os radialistas Rildo Mota e Adilson Neves, no Programa Falando Direito, pediram providências da Secretaria Municipal de Saúde e alerta a população sobre os riscos. Eles destacaram que a padronização das canetas pode gerar confusão, especialmente entre pessoas com menor grau de instrução, aumentando o perigo de complicações graves e até fatais decorrentes do uso inadequado da insulina.

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