Oposição fala em "forças externas" enquanto Eduardo está nos EUA, onde atua para a aplicação de sanções contra autoridades nacionais, e corre risco de perder o mandato por faltas
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), indeferiu, na noite dessa segunda-feira (22/9), a indicação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) como líder da Minoria. O parlamentar está nos Estados Unidos, onde atua para a aplicação de sanções contra autoridades nacionais, e corre o risco de perder o mandato por faltas.
O PL, liderado pelo deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ), havia oficializado a indicação de Eduardo como líder da Minoria junto à Mesa Diretora da Casa na última terça-feira (16/9).
A deputada Caroline de Toni (PL-SC) renunciou ao posto e passaria a ser a primeira-vice-líder da Minoria, o que lhe permitiria substituir o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em votações em plenário durante eventuais ausências..
No documento em que indeferiu a indicação de Eduardo, Motta anexou parecer da Secretaria Geral da Mesa (SGM). Nele, o órgão técnico argumenta que uma missão autorizada fora do país “é estritamente definido pelo regimento interno como uma representação oficial da Câmara, para cumprir missão temporária, devidamente autorizada e comunicada”, o que não é o caso de Eduardo.
O líder da oposição na Câmara, deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), atribuiu a “forças externas” a negativa para Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se tornar líder da Minoria. Nesta terça-feira (23/9), o presidente da Casa, Hugo Motta (Repúblicanos-PB), barrou a indicação para o posto, desmantelando a articulação da direita para blindar o mandato do filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)..
“Você acredita que a oposição iria indicar o Eduardo Bolsonaro a líder da minoria sem uma construção com a Câmara? Mais uma vez, forças externas influenciam decisões da casa”, afirmou Zucco com de indgnação ao falar com a imprensa.
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