No dia seguinte à megaoperação que mirou um esquema do Primeiro Comando da Capital (PCC) envolvendo postos de gasolina e lavagem de dinheiro por meio de fintechs, ao menos 22 carretas de empresas alvo da investigação, carregadas com combustível, foram abandonadas em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), nesta sexta-feira (29).
De todos os conjuntos, 13 pertencem à G8Log, empresa de fachada usada para “ocultar e blindar a frota de veículos e para a lavagem de capitais”, segundo a investigação realizada pela Polícia Federal (PF), Ministério Público de São Paulo (MPSP) e Receita Federal.
A Polícia Federal foi ao posto. Os agentes pegaram dados dos veículos e das empresas remetentes e destinatárias dos produtos para averiguação.
Segundo apuração da TV Bahia, os bens da G8LOG foram sequestrados judicialmente, mas os caminhões não estão impedidos de rodar. A empresa, que tem mais de mil caminhçoes, só não pode se desfazer deles.
A G8LOG Agro Ltda e a Moska Log foram identificadas como empresas de fachada ligadas ao esquema criminoso de Mohamad Hussein Mourad, o "Primo" e Roberto Augusto Leme da Silva, o "Beto Louco". Eles estão foragidos.
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